É o que eu sempre digo: o Shingo tem cara de homem até quando está vestido de mulher. Sim, porque é preciso ser MUITO MACHO pra andar por aí com um vestido rosa de bolinhas e depois continuar sendo assim tão lindão.
O que este sorriso? Eu não tenho palavras pra descrever. Reparem nas linhas do rosto, perfeitamente traçadas: a perfeição entre o bonitinho e o másculo. Gente, eu amo esse homem.
Pena que tudo isso irá continuar só no mundo da imaginação…
O hyde é realmente uma coisinha fowfa, não é? Além de cantar bem, ainda tem esse jeito abusado que só poodle toy tem. Afinal, ele é quase do tamanho de um…
Ai, atóron!!! Chorei LITROS assistindo ao vídeo… Como eu gostaria de estar lá!
Naaah, só coloquei esse título porque lembrei de uma música do GLAY. E porque o tema do post é… NOVELAAAA! Ou melhor drama. Ou em bom japonês: DO-RA-MA.
Aviso: falarei aqui sobre novelas JAPONESAS. Eu cansaaaay das Helenas do Manoel Carlos, cansaaay das inúmeras versões de Betty, a Feia e não tenho mais paciência pra Mutantes.
Eu admiro a capacidade japa de fazer novelas sobre qualquer coisa. Sim, qualquer coisa. You name it: esportes (futebol, vôlei, tênis, patinação); novelas de época (aaah as maravilhosas histórias sobre o Japão feudal…); adaptações de mangás (Nodame Cantabile, H2, Zettai Kareshi, Hanazakari no Kimitachi he); comédia, dramalhão, sci-fi; casais diferentes, e não sempre o mesmo galã pegando as mesmas mocinhas; e sim… nada de cenas picantes. O máximo seria aquele abraço japonês.
O que? Você não conhece o famoso, inigualável e sempre esperado no último capítulo abraço japonês? Bem, eu procurei por aí mas não encontrei um videozinho com um bom exemplo, mas resumindo: abraço meio discreto, sem tentáculos. Entende? Vai um exemplo:
Cenas do último capítulo de Bara no nai hanaya. Já falei sobre esse dorama aqui antes, claaaro, afinal de contas é o Shingo, néam… Chorei LITROS assistindo! Além do mais, tinha suspense, uma trama muito bem amarrada… Vale a pena ^^v
Como só achei com legenda em tailandês (acredito eu), aqui vai uma palhinha do que o Shingo fala pra tia:
- Você realmente sorri como uma flor que desabrocha… E eu venho procurando por esse sorriso há muito, muito tempo, e finalmente encontrei. Uma flor que, neste mundo, é única. E hoje, vim aqui colher essa flor.
AAAAAAHHHHHHHHH MELDELS, eu morro….
E os beijos, então? Ai gente, é uma outra perspectiva… Nada de desintupir a pia do amado: o lance é mais sutil. Os olhares, as mãos, os desencontros… Ai ai *sigh*
Enfim, recomendo a todos, estudantes de língua japonesa ou não. Aqui tem um fórum óteemo pra baixar novelinhas (algumas com legenda). Atualmente estou assistindo um dorama chamado Ohitori-sama. É sobre uma professora que, solteira aos 33 anos, vive muito bem sua vidinha… Até que chega um professor na escola e aí… Bem, aí vai lá e assiste. Detalhe que o carinha é dez anos mais novo que ela.
Foi a primeira vez que eu… aluguei uma comédia. HÁ! Acharam que eu ia dizer outra coisa, né? Hein, hein? Bem, continuando: Kevin Smith já faz parte do meu coração. Dogma, O Balconista (1 e 2), Procura-se Amy… E ele como Silent Bob, pelamorde. Adoro! O cara faz uns textos ótimos, sabe escalar elenco e ainda participa dos filmes.
Nesse Zack and Miri, apesar de todo o alarde que teve nos States (o povo não pode ver peitinho que já encasqueta que é tudo baixaria), o tio Smith pegou uma história que já tinha tudo para ser engraçada e recheou com falas perfeitas. É engraçado sem ser escrachado; é um pornô sem ser pornô; é uma comédia com enredo, dá pra acreditar?
(OBS: estou aqui comparando com essas porcarias que vêm aparecendo de uns tempos pra cá, ex. Todo Mundo em Pânico e similares. Isso aí pra mim não é comédia de verdade.)
E gente… Virei fã do Seth Rogen. Que voz!! Que barba!! Que sex appeal…
Tô falando sério. Ele não faz o meu tipo, mas como diria mammy: o cara tem o borogodó!
- – -
O mais engraçado foi ver Jason Mewes, que faz o Jay (da dupla Jay e Silent Bob). Ele com cabelo curto e sem aquele jeitão de viciado fica quase irreconhecível. Eu percebi mais pela voz.
_ E se você soubesse que só restam umas 24 horas de vida?
_ Mas… eu estaria doente, seria alguma coisa séria?
_ … Isso importa? Só te restam 24 horas: o que você faria?
_ Sei lá… Acho que a primeira coisa seria tentar falar com todo mundo que faz diferença na minha vida. Eu ligaria pra minha mãe, pro meu pai, irmãs, parentes, amigos, amores – e desafetos também.
_ Você iria falar com quem você odeia?
_ Sim.
_ Mas… por que?
_ Porque se não fosse por eles, eu não estaria aqui hoje. Tudo o que me aconteceu, de bom ou de ruim, fez com que eu estivesse aqui hoje.
_ E se o hoje não fosse assim tão importante quanto o ontem, por exemplo?
_ Mas eu não tenho o que já passou. O que passou não pertence à mais ninguém: só a poeira do tempo se importa realmente com isso.
(Nossa, acho que vou escrever um livro infanto-juvenil com esse título.)
- – -
Eu sou o tipo de pessoa que, quanto mais pensa, sente, imagina, mais se fecha. Dificilmente vou dizer ali, no momento, exatamente o que se passa na minha cabeça – ou no meu coração. Isso quer dizer que eu tenho um timing péssimo, sou rancorosa e me magôo fácil; também quer dizer que tenho uma bolsa de paciência beeeem grande, mas que, infelizmente, vive cheia (para certas coisas). Resumindo: eu tenho o perfil daquele tipinho sociopata que, um belo dia, vai implodir.
E o que alguém assim faz, amiguinhos? Procura válvulas de escape.
Desde os meus 12 anos a minha fuga favorita é a literatura. Eu escrevo, leio, escrevo, escrevo, apago, depois escrevo de novo; leio em voz alta quando estou sozinha, releio o que escrevi há séculos atrás, apago, reescrevo.
É mais seguro? Sim. É mais duradouro? Sim, porque eu posso reler o que senti naquele momento, posso remoer aquela dor, aquela lembrança. É mais doloroso? Possivelmente sim. Mas é o único modo que eu sei fazer.
Não que eu não tenha tentado o modo das pessoas “normais”. Já agi algumas vezes de forma impulsiva. Já pensei menos sobre o meu próximo passo: invariavelmente, me dei mal.
Outro dia me disseram que agir dessa forma – guardar os sentimentos, não agir de forma direta – é falsidade. Então, quando eu pego o que sinto e transformo em literatura, por exemplo, isso é falsidade?, perguntei. Sim, me responderam.
Daí, depois de VÁRIOS DIAS, aqui estou eu com a conclusão dessa história:
O melhor de tudo seria, então, simplesmente sentir. Apenas isso. Não dizer, não transformar em nada que não seja originalmente o sentimento. Porque quando você o toca, seja ao falar o que sente para alguém, seja ao escrever sobre o que se sente, o sentimento já deixou de ser o que era e passa a ser algo falso – só um simulacro do que um dia já foi.
Estou com vontade de queimar tudo o que já escrevi, deletar tudo, jogar corretivo por cima.
Vamos ver quantos episódios essa maldita série vai ter.
- – -
Eu deveria ter lido os sinais.
Choveu por uns quinze minutos ontem à tarde e depois o sol veio sorrindo, todo malemolente. Esse foi o primeiro.
Depois o fato de ter que sair sozinha em pleno 31 de outubro. It’s Halloween, for Maleficent’s sake! Comoassim ninguém pode/tem grana/tá ocupado em pleno Halloween?
Por último: alguma coisa no céu. Sim, havia algo de sinistro naquela lua redonda, e não era o sinistro “bom”. Era o sinistro “sua-noite-será-uma-bosta-bitch”.
Saldo final: estou uns 60 dinheiros mais pobre mas, como sempre, uma mulher andando sozinha de madrugada, com cara de má, vai a qualquer lugar sem ser importunada.
Como um peixe que perdeu o ritmo
Eu desenho uma espiral
E a bela lua que treme sobre o espelho d’água
Brilha suavemente sobre meu corpo, já cansado de nadar
こぼれてゆく吐息はガラス玉
たくさんの光り集め舞い上がってく Words into the silence
月はそっと波を揺らすけれど
Os suspiros que transbordam são como bolas de vidro
Que absorvem tanta luz… e então dançando, sobem Words into the silence
A lua suavemente balança as ondas, mas…
とめどなく流れ出した
記憶は胸をしめつけて
あのやさしさもあのときめきも持ってくよ
時に抱かれて Into the silence
もう僕はこれ以上泳げないから
Sem fim, as memórias
Das quais me desfiz apertam o meu peito
Aquela suavidade, aquela emoção, também são levadas
Abraçadas pelo tempo Into the silence
E eu já não posso mais nadar além disso
今また凍った雫の波紋が指先まで広がり
E agora mais uma vez a ondulação do gélido orvalho
Chega até a ponta dos meus dedos
あヽ、少しずつ途絶えてく
真っ白な時に魅せられて
あの歌さえも思い出せない
あヽこのまま僕は消えてしまいそう Into the silence
Aah, aos poucos, sou enfeitiçado por este momento
De tão puro branco que chega ao fim
E até mesmo daquela canção já não posso me lembrar
Aah, e dessa forma, parece que vou desaparecer Into the silence
水面に揺らめくキレイな月が
泳ぎ着かれた肌をそっと照らし…
A bela lua que treme sobre o espelho d’água
Brilha suavemente sobre o meu corpo, cansado de nadar…