Huuummm, por onde começar… Vamos pelo princípio, então.
Pessoas fazem bosta. Fato. Eu sou uma pessoa, logo, sou totalmente capaz de fazer bosta. And shit happens, right?
No bendito formspring (louvada seja a alma que inventou aquilo lá, amém) já me mandaram certas perguntas anônimas (coisa, a meu ver, de gente covarde). Até agora não teve uma, sequer UMA pergunta a qual eu não tenha respondido. Porque eu acho que é só ter um pouco de neurônios ativos dentro da caixola pra pensar numa boa resposta para qualquer tipo de pergunta, a mais cretina que seja.
E não é muito difícil imaginar quem pode ter me mandado certas perguntas, né? Visto que eu tenho alguns neurônios ativos, alive and kicking aqui na minha caixola. Eu ainda sou o tipo de pessoa que se revolta quando vê alguém fazendo algo ridículo. Pois bem, eu resolvi mandar uma pergunta de volta. NÃO COMO ANÔNIMO, porque, como disse antes, isso é coisa de gente COVARDE. Mandei, a pessoa respondeu. E eu RIALTO com a resposta, meldels.
Depois, lendo outras perguntas que enviaram pra ela, eu fui percebendo: hey, tem gente que acha realmente, REALMENTE, que eu sou uma ameaça à integridade física da dita cuja. Gente que realmente não me conhece, isso é um fato. Mas anyways, eu estou pouco me lixando para o que esses seres imaginam sobre mim: não fui eu quem trocou de orkut, trocou email, trancou matéria na faculdade; não fui eu que mandei perguntinha anônima; eu não sou stalker. Eu estou na minha, estou vivendo a minha vida.
Num momento de raiva eu desejei profundamente a morte da dita cuja. Mas depois, pensando friamente sobre o assunto… Eu não desejo mais isso, não. Como eu respondi no já citado formspring:
“Ah, eu só espero que ela não morra. Desejo a todos os meus dissabores uma vida longa. BEM longa.“