Faculdade de Letras – e de palavras inteiras também

Foi-se a pixação na entrada da Faculdade de Letras da UFRJ, mas ficou a lembrança.

Na semana passada, além de ter a certeza (confirmada por exames de laboratório) da existência de um vírus em minha pessoa, tive também o desprazer de contaminar o meu amado Mithrandir – o meu pen drive – e, por conseguinte, contaminar o meu laptop.

Tirando o fato de eu estar doente DE NOVO – não, eu não sou hipocondríaca, acreditem – fiquei muito mais chateada por ter perdido um monte de coisinhas que habitavam meu pitópi querido. Claro que desde a primeira vez em que perdi tudo (e daquela vez, realmente, havia sido TUDO mesmo), aprendi a viver só com o essencial. Mas tem aquela imagenzinha naquele site que só os deuses sabem como encontrei e tudo se perdeu na poeira cósmica do mundo tecnológico. Comido por um vírus. Eca.

Conclusão: tive de formatar o laptop. E ele agora se chama Dexter.

Moral da história: ao utilizar os computadores de sua faculdade, criança, PASSE A PORCARIA DO ANTIVÍRUS no mesmo. E USE UM ANTIVÍRUS DECENTE. Que te importa se ele demora pra inicializar o computador! Protege direitinho? Então tá valendo.

– – –

Estou tentando lembrar das poesias que os mais sensíveis de coração (pun intended) imortalizavam nas portas dos banheiros da Letras, mas não consigo lembrar de nenhuma. Deve ser porque pintaram as portas.

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Autor: Lis

A wicked witch.

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