Poeminha melancólico e cheio de auto-piedade

E por mais que se olhe no fundo dos olhos

Ela tem a certeza de que algo havia morrido

E para sempre o sentido das palavras se perdera.

Agora, tudo o que resta são farpas.

– – –

Mas que melda, quero que chegue logo o amanhã. Qualquer amanhã tá bom.

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