Interlúdio

E ela sonhou, e foi como se mais uma vez fosse criança e imaginasse como seria quando adulta.

Percebeu naquele único sonho que, na verdade, muito do que imaginara havia realmente acontecido: os problemas, os amores, as desilusões; as noites de festa e as de horror; brigas, risos, testes, aprovações e desastres. Estava tudo ali, sim. Mas não conseguia saborear a parte mais doce.

Respirou profundamente. Rezou mais uma vez para que o medo passasse por ela e que, no final, ela pudesse voltar os olhos para dentro de si mesma e ver que ela ainda ali permanecia.

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