Não precisamos de outro herói, mas sim de uma Imperatriz Furiosa

FURIOSA <3Finalmente assisti a Mad Max: Fury Road ontem. Pela primeira vez depois de um longo tempo, fui ao cinema com as expectativas na estratosfera. Não costumo fazer isso porque geralmente acabo saindo perdendo, mas depois de ter lido tantas resenhas e comentários, não pude evitar.

Que filme. Que filme! Cenas de ação de tirar o fôlego e um roteiro simples (ir do ponto A ao ponto B, basicamente), o visual, a fotografia, a música… Tudo ótimo. O clima de seita religiosa toda vez que um dos meninos nascidos para a guerra dizia “eu vivo, eu morro; eu vivo de novo”. Valhalla, a Estrada da Fúria, os nomes!

Quero me casar com Charlize Theron. Que performance!

Há quanto tempo não havia um filme de ação que elevasse a moral feminina. Um filme dirigido por um cara declaradamente feminista – não sou eu que estou dizendo, mas o próprio George Miller, criador do universo diesel punk de Mad Max.  Vale a pena ler o post sobre o filme aqui no site blogueiras feministas, que apresenta uma análise muito pertinente e mais aprofundada.

E para quem reclamou da falta de protagonismo do Max nesta película, vale lembrar: o choro é livre. Deixem de ser egoístas e deem uma olhada em quantos filmes com protagonistas machos botando pra quebrar existem por aí. Deixem a gente bater palma pra Furiosa em paz 🙂

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Autor: Lis

A wicked witch.

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