Tempestade

Presa na concha, de novo, por vontade própria.
A dor, companheira de todas as horas.
Incapaz de encarar o rosto no espelho.
Os olhos baixos.
A voz sumida
Um fiapo de estima – a teia de uma aranha pendendo sobre a cama.
Quando a tempestade passar, serei eu e eu novamente entre destroços.
Eu rezo, mas ela demora a passar.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s