Feud: Bette and Joan

Comentei sobre a série Feud do meu mais novo diretor adorado Ryan Murphy em um post anterior. Terminei toda a primeira temporada e já estou com saudades. Jessica Lange e Susan Sarandon simplesmente davam um show a cada episódio, era de assistir e chorar de tão lindo.

Daí encontrei no YouTube um vídeo feito por alguém abençoadamente paciente, no qual comparam as cenas dos filmes nos quais estrelaram as atrizes originais, Joan Crawford e Bette Davis respectivamente. Vale muito a pena ver.

 

E sobre Ryan Murphy: tô acendendo vela toda semana orando por essa mente brilhante. Que nos traga mais American Horror Story e Feud

Sexo, a cidade e a balzaquiana

Estou fazendo uma merecida e muito postergada maratona com todas as temporadas de uma das minhas séries favoritas de quando era adolescente: Sex and the City.

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We looked like the witches of Eastwick.

Nos idos anos 90, era um luxo para a classe média ter tv a cabo. Eu disputava o único aparelho de televisão da casa semanalmente para poder ver meus desenhos ou minhas duas séries favoritas da época: Arquivo X e Sex and the City. Era mais difícil convencer as pessoas a ver a primeira. Lembro de uma vez ter que jogar cara e coroa para tentar assistir a um episódio. Já a segunda… Bem, a segunda reprisava direto na HBO, então eu conseguia ver com menos dificuldade.

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Minha carreira dos sonhos.

Para quem não conhece, Sex and the City conta a história de quatro super heroínas que salvam Nova York todos os dias usando roupas, sapatos e acessórios fabulosos. Carrie, a protagonista, é (quase) tudo o que eu gostaria de ser: ela escreve uma coluna em um famoso jornal, acorda tarde, vai à festas durante a semana, é magra mesmo comendo fora todo dia e tem uma coleção maravilhosa de sapatos. Contra ela, temos seu hábito de fumar compulsivamente e ter sido trouxa de não valorizar o Aidan, o melhor namorado que ela já teve. Desculpem-me as fãs do Mr. Big, mas eu sou #teamAidan.

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Um brinde!

As outras heroínas são as melhores amigas de CarrieMiranda, advogada bem sucedida, inteligentíssima; Charlotte, dona de um atelier de artes, é a mais conservadora e romântica; e Samantha, dona de uma agência de Relações Públicas, exala sensualidade e ironia por onde passa e a personagem com as melhores falas. Elas conversam sobre suas ansiedades, medos, relacionamentos… E sobre as agruras e delícias de serem solteiras depois dos trinta anos na cidade que nunca dorme.

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Aidan, melhor namorado ❤

Então que eu acabo de entrar na quarta temporada, e no primeiro episódio a Carrie comemora seu aniversário de 35 anos. Mês passado completei exatamente 35 primaveras, e assistir ao episódio me fez pensar em algumas questões:

  • O número de amigos reais diminuiu;
  • A qualidade de amigos reais aumentou;
  • Definitivamente, não dá mais para emagrecer tão rápido quanto antes;
  • Em compensação, engordar nunca foi tão fácil;
  • Ter perdido o medo da cozinha ajudou de uma forma maravilhosa a perceber que eu posso criar alguma coisa mesmo nos piores dias de TPM;
  • Falando em TPM, eu e Clarisse temos passado muito tempo juntos. Tanto que estou considerando se estou desenvolvendo transtorno de personalidade ou não;
  • Sempre quis ter a carreira da Carrie, a inteligência da Miranda, o otimismo da Charlotte e a sensualidade da Samantha – infelizmente, acho que não consegui nada disso ainda hehe;
  • Relacionamentos são tão complicados em Nova York quanto no Rio de Janeiro;
  • É curioso como eu percebo que aprendi algumas coisas sobre moda com o seriado, mas não sou louca de pagar mil dinheiros em um sapato de marca;
  • As conversas entre as quatro quase sempre eram durante as refeições. Fora a quantidade de álcool consumida. Não sei como conseguiam continuar tão magras;
  • Definitivamente, Aidan é um unicórnio – e é por isso que a Carrie fica com o Mr. Big. Ela precisa de alguém tão disfuncional quanto ela. Relacionamentos com seres imaginários não costumam dar certo…

Update na procrastinação: séries

Primeiramente: fora, Temer.

Segundamente: VAI LÁ VER LUKE CAGE!

Ok, agora há vida após os Jogos e estamos aqui tirando a poeira do PC, tentando ter contato com os amigos e continuando a procrastinar no maravilhoso mundo das séries, filmes, livros, álbuns (sim, eu falo álbum) e afins. Agora estou no hype de Luke Cage e American Horror Story: Coven, mas queria só compartilhar o meu namorico com Stranger Things.

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ET, telefone, minha casa – Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Assisti a Stranger Things e adorei – com ressalvas, é bom esclarecer. O clima oitentista é delicioso, mas as comparações entre a Eleven e o ET me davam nos nervos. Barb ter se ferrado também me doeu… É centrado na broderagem e as personagens femininas são meio rasas? Sim. Há chances de melhorar isso? Sim, espero eu. E para aqueles que ainda se perguntam “por que a Nancy ficou com o Steve no final?”, a minha é muito simples: PORQUE ELA QUIS 😉

E se você já tiver assistido a todos os episódios, recomendo ler esta teoria maravilhosa e ter sua cabeça devidamente explodida. Mas o que me ganhou desde o primeiro epi foi esse serumaninho lindo que é o Dustin.

Eu quero um Dustin (Gaten Matarazzo) pra mim. Que criança incrível!  Ele viu Ghostbusters várias vezes, conhece um monte de brinquedos da época, é simpático, adorável e inteligente. Fez o dever de casa direitinho para se preparar para o papel. E ainda ficou desesperado neste vídeo aqui por não saber cantar a música tema de Os Goonies. E ele canta! Como não amar? ❤

 

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Fonte: hellogiggles.com

Sing me a song of a lass that is gone

No final do ano passado, publiquei um post falando sobre as séries que havia começado a acompanhar e que se tornariam candidatas a ocupar o espaço deixado por Game of Thrones.

É, abandonei GoT. #mimimi

Anyways, é com muita alegria em meu coração escocês que declaro ser Outlander a grande vencedora. Não só me apaixonei pela série de tv como também pelos livros. Ainda estou na metade do primeiro calhamaço – digo, volume – e admito: Diana Gabaldon sabe como prender a nossa atenção. Desesperada que sou, comprei até o terceiro volume – que vem em dois tijolões, reparem – e me proponho a terminá-los até Outubro.Tenho carregado o livro pro trabalho, lido no metrô, no trem, no meu horário de almoço…

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Fonte: tumblr.com

Fazendo uma comparação com a série de tv e considerando o que já li do primeiro livro, acredito ser uma adaptação até aqui bastante fiel. Percebi até falas idênticas, e tudo bastante condizente ao que a autora escreveu. Diana escreve em primeira pessoa e essa é uma das coisas diferentes na série de tv: apesar de termos a narração em off de Claire e percebermos bastante através do seu ponto de vista, na série de tv temos o paralelo com Frank em 1945.

Apesar de não ter terminado a leitura do primeiro volume, resolvi começar a assistir a segunda temporada. Admito que a França não me é tão agradável quanto a Escócia, mas estou ansiosa para ver como a história irá se desenvolver.

E eu adoro a trilha sonora dessa série 🙂

Comentário NSFW (e pra crianças):

Criei uma teoria mirabolante ontem à noite. Pretendo fazer um estudo aprofundado sobre o incrível fenômeno de personagens masculinos que perdem sua virgindade e são entusiastas de sexo oral. Já estão na lista John Snow e Jamie Fraser. Se alguém souber de mais algum, favor me indicar hahaha

Daredevil season 02: Hello, Matthew

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Terminei *finalmente* de assistir à segunda temporada de Daredevil. Dessa vez fui mais devagar por causa da rotina de trabalho e por tentar conciliar com estudo e outras séries (Lucifer, Outlander e Colony).

Eu já tinha lido algumas resenhas por aí e conversado com alguns amigos que já tinham assistido tudo. Reconheço que, além de estar com saudades do Charlie Cox (sim, eu viro uma menina de 14 anos fangirling loucamente por ele), também estava muito empolgada para ver minha querida Elektra.

Fui uma leitora tardia de quadrinhos americanos. Comecei com os dois pés nos títulos da Vertigo, meu selo favorito até hoje. Porém, lembro que um dos primeiros da Marvel que li foi Elektra: Assassina, do Frank Miller. Fui fisgada principalmente pelas imagens de capa: enevoadas, um tanto oníricas, dava vontade de emoldurar. E aquela mulher maravilhosa de vermelho, gente. Como não gostar? É minha cor de vestido favorita hehe

Admito que depois disso não tomei vergonha na cara nem para ler outros títulos da personagem e nem para conhecer o tal do Demolidor: eu fui logo acorrentada ao mundo dos mangás e não me importava mais com quadrinhos ocidentais. Mas essa fase passou e cá estou eu.

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_ Hello, Matthew.

Abracei de peito aberto a Elodie Yung e sua interpretação de Elektra, mas admito que não foi lá um abraço muito demorado. Positivamente, pesou o fato da ótima química com o Charlie Cox. É palpável: está no modo em como eles se olham, se tocam, se falam. Você consegue crer que são ex-namorados e que ainda há uma energia rolando. Infelizmente, a menina Yung não é uma atriz de muitos recursos, mas acredito que ela tenha potencial para melhorar no futuro.

Achei a roupa bem mais crível do que o clássico emaranhado de faixas vermelhas e muita pele exposta dos quadrinhos. Inclusive, terem procurado uma atriz tipo mignon fez todo o sentido. Eu não consigo imaginar alguém com o corpo da Viviane Araújo, por exemplo, sendo uma ninja assassina silenciosa vindo me matar. Peraí, talvez eu consiga… Naah, não consigo, não 😛

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Red is the new Orange.

O destaque de interpretação ficou pro Jon Bernthal e o seu Justiceiro. Eu me emocionei naquela cena do cemitério, na qual ele conversa com o Demolidor sobre sua família. Fiquei feliz do Kingpin aparecer, mesmo que por pouco tempo. Foi meu personagem favorito da primeira temporada: bem complexo, várias camadas, borderline às vezes – do jeito que eu gosto 🙂

Em comparação com a primeira temporada, achei esta mediana. Claro que, como havia a apresentação de dois novos personagens, o tempo dedicado a uma maior profundidade na personalidade de Matt Murdock diminuiu. O interessante agora foi ver como ele fica dividido entre querer seguir como um bom menino ou sucumbir ao lado mais escuro de sua vida. Tem uma cena bem característica disso: ele se despede da Karen Page, tudo são flores e sorrisos… Até que ele caminha mais um pouco, seguindo em direção à cidade, e é sugado pela confusão e violência de Hell’s Kitchen. A expressão de seu rosto muda completamente. Espero que essa dualidade do personagem seja mais explorada na próxima temporada.

O que irá preencher o vazio de Game of Thrones na minha vida?

Desde o meio da quinta temporada, desisti de acompanhar a adaptação de Game of Thrones. Muitos foram os motivos: a falta de sentido e coesão no roteiro, as muitas (MUITAS!) mudanças com relação aos livros, a violência contra a mulher em situações desnecessárias… Enfim, eu fiz o que achei melhor: parei de dar audiência – e não pretendo voltar atrás nessa decisão.

Desde então, venho procurando outras séries para preencher o vazio. Já sei que não vou entrar em série que está no hype, com o amor da galera, tipo The Walking Dead – mesmo porque eu dei três chances para TWD e ela não me conquistou – ou, sei lá, Modern Family. Acho que não nasci pra comédia ou zumbis…

Encontrei algumas boas candidatas a substituir GoT no meu coraçãozinho. Vamos lá:

The Frankenstein Chronicles

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Fonte: veja.abril.com.br

Ano de estréia: 2015
Gênero: Crime, drama
Quem: Sean Bean
Canal: iTV (Reino Unido)
Resumo: Sim, mais uma história sobre o Doutor Frankenstein e seu monstro, mas dessa vez centrada em um detetive da polícia que precisa resolver um mistério. Corpos mutilados são encontrados pela cidade de Londres e o detetiva John Marlott (meu adorado Sean Bean) é designado para este caso. A tensão em assistir qualquer coisa com ele é que a gente fica na ponta da cadeira, rezando para que não o matem tão cedo…
Apesar de gostar muito da leitura para o Frankenstein apresentada em Penny Dreadful, estou ansiosa para ver como esta série irá se sair. Só assisti ao primeiro episódio e ainda não apareceu o doutor. Vejamos mais para frente como será. E caras…. APARECE A MARY SHELLEY. Eu tenho que ver este negócio.

Penny Dreadful

Ano de estréia: 2014
Gênero: Terror, fantasia
Quem: Eva Green, Timothy Dalton
Canal: HBO e Showtime (EUA)
Resumo: Em Londres da era vitoriana, somos apresentados a vampiros,lobisomens, monstros de Frankenstein, Dorian Grey passando o rodo em geral, uma bruxa cristã (pode isso, Arnaldo?), muito sangue e sensualidade. Se você gosta de séries e filmes de terror e fantasia, esse é o lugar para se estar. Estou aguardando ansiosamente pela próxima temporada. Já amava a Eva Green antes e nesta série o sentimento só aumentou. Ela está fenomenal e todo o elenco de apoio também. Meu personagem favorito é o Dr. Frankenstein

Salem

Ano de estréia: 2014
Gênero: Fantasia, suspense, terror
Quem: Lucy Lawless!
Canal: WGN (EUA)
Resumo: Bruxas e bruxos fingindo-se de puritanos numa Salem infestada de superstições. O forte desta série, no meu ponto de vista, são as intrigas que eles têm de fazer para manter as aparências e não serem torturados, queimados e mortos pelos reais puritanos. Tem bastante sensualidade e tals, mas não gosto muito da maneira como a série mostra a Bruxaria: em muitas partes é aquilo de “eu sirvo o senhor do escuro que come criancinhas e vai trazer um reinado de maldade e trevas HAHAHA”. Está sendo um bom substituto para Supernatural, na verdade. Subiu bastante no meu conceito na segunda temporada, quando Lucy Lawless (a eterna Xena!) entrou na história. Foi renovada para a terceira temporada. A música de abertura é bem boa, apesar de ser do Marilyn Manson (não sou fã, sorry pra quem é).

Outlander

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Fonte: maissobreasmelhoresseries.blogspot.com

Ano de estréia: 2014
Gênero: Drama, romance, fantasia
Quem: Sam Heughan
Canal: Starz (Reino Unido, Escócia)
Resumo: Enfermeira da Segunda Guerra encosta numa pedra que na verdade é um portal para viajar no tempo e vai parar em 1743, em plena Escócia em guerra com a Inglaterra. E é claro que eu sou partidária dos Scots, porque… Razões 😛
Estou ainda no capítulo seis, mas me pegou de jeito: já teve dia de assistir a uns três epis direto. Vale a pena ver pela representação de época – e recomendo com legenda, porque os Scots misturam inglês com gaélico que é uma beleza.

 

Welcome to boyband mania! – Arashi dorama

Eu já falei aqui algumas vezes sobre as novelas japonesas (j-dorama) que assisti. Comecei nessa vida de noveleira para aumentar meu vocabulário e tentar entender um pouco o modo de pensar dos japoneses. É claro, eu sei que aquilo tudo é ficção, mas assim como podemos ver o jeitinho brasileiro e afins nas nossas novelas, sempre podemos apreender alguma coisa sobre outro país observando suas manifestações culturais – seja na música, nas artes plásticas, literatura… E por que não cinema e novela?

Quero compartilhar com vocês os meus doramas favoritos que têm participação de algum membro do Arashi.

OBS: O wordpress lindão está dando bug na hora de adicionar legenda nas fotos. Algumas ficaram ok, outras não consegui adicionar certo. Peço desculpas 😦

OBS 2: Além da minha memória, consultei o DramaWiki para complementar as informações.

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Fonte: animesdeamorzinho.blogspot.com

8) Hana yori Dango season 01 (2005, 9 episódios) e 02 (2007, 11 episódios)
Quem: Matsumoto Jun (e vem com o Oguri Shun e Matsuda Shouta de brinde)
Gênero: Romance
Música: WISH, Arashi (season 01); Love so Sweet, Arashi; e Flavor of Life, Utada Hikaru (season 02)
Resumo: baseado no mangá de mesmo nome da autora Kamio Yoko. Makino Tsukushi, interpretada pela minha outra querida Inoue Mao, é a garota pobre na nova escola de ricaços. Obviamente sofrerá bullying porque acaba ficando no caminho do F4, um grupo de 4 rapazes muito bem apessoados, ricos e influentes. Será que ela vai sobreviver à escola? Será que todos vão se apaixonar por ela e ela terá de escolher com qual bonitão vai ficar? Será que este será mais um dorama que eu vou ver só pelos meninos bonitos? Perguntas, perguntas…
Não é meu gênero favorito de dorama, mas assisti até o fim. Este aqui é o exemplo clássico de porque acontecem mal-entendidos no Japão (ou pelo menos nas novelas): pura falta de comunicação. Gostei mais da primeira temporada, achei a segunda meio repetitiva.

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7) Shitsuren Chocolatier (2014) 11 episódios
Quem: Matsumoto Jun
Gênero: romance
Música: Bittersweet, Arashi
Resumo: TEM O MATSUJUN, É ISSO QUE IMPORTA *_*
Brincadeira! Este aqui é adaptação de um mangá de mesmo nome. Bem… Começamos com Souta, o menino que adora sua veterana Saeko. Ele resolve ir para a França e se tornar um chocolatier (nome pomposo pra confeiteiro especializado em chocolate) para fazer os chocolates maaais gostosos do mundo para ela. Quando Souta retorna ao Japão, descobre que sua amada senpai já está casada… Mas será que isso irá impedir que ela se apaixone por ele? Afinal, é o Matsujun E ELE FAZ CHOCOLATE, GENTE!

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Team Kaoruko!

O ponto positivo aqui também é a Saeko, interpretada pela Ishihara Satomi, que tem melhorado um pouco na sua atuação. Eu implicava com ela em alguns doramas, sempre a achei meio limitada. Nesta história em específico, eu estava torcendo pela menina no outro vértice do triângulo amoroso, Inoue Kaoruko, interpretada pela Mizukawa Asami. Também tem a colega de trabalho do Souta, que tem aquela paixão não declarada por ele.

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Fonte: jdoramagallery.wordpress.com

6) Gokusen Season 01 (2002) 12 episódios + especial de graduação
Quem: Matsumoto Jun (e mais uma penca de guri gato)
Gênero: comédia, escola
Música: Feel Your Breeze, V6
Resumo: Professora novata tem que lidar com uma turminha da pesada nessa escola que é do barulho! Nao, péra! Não é bem assim. A professora é novata e os meninos são bem loucos mesmo, mas o interessante é que ela é completamente diferente dos outros professores da escola: ela é a herdeira de um clã yakuza, a Quarta Geração do grupo Ooedo! O mais legal deste dorama (além dos meninos bonitos) é ouvir o modo de falar da Yamaguchi Kumiko, a professora interpretada pela minha querida Nakama Yukie. Matsujun interpreta Sawada Shin, o líder da turma.
Este dorama fez tanto sucesso que teve três temporadas e um especial em 2009.

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5) Kagi no kakatta heya (2012) 11 epis + episódio especial (2014)
Quem: Ohno Satoshi
Gênero: Mistério
Música: Face Down, Arashi
Resumo: Enomoto Kei (Ohno) trabalha numa empresa de segurança e é um heavy otaku de sistemas de segurança, alarmes e afins: ele sabe tudo e é brilhante, mas muito recluso e difícil de socializar. Ele acaba por ajudar a resolver um crime de “sala fechada” – um assassinato ocorrido em um ambiente supostamente fechado por completo, parecendo um suicídio. A partir daí ele passa a trabalhar com dois advogados e resolver crimes parecidos.
Agora sim! Além das histórias de comédia, mistério é o meu gênero favorito. Aqui a gente vai pensando junto com os personagens, imaginando como pode ter acontecido o crime, por onde o assassino entrou e saiu, qual a verdadeira motivação… Lembro de ver entrevistas do Ohno dizendo o quanto era difícil memorizar as falas, tanto por causa do vocabulário quanto pela velocidade em que o diretor queria imputar nelas. Esta história baseou-se em romances de mistério da série Bouhan Tantei Enomoto, do autor Kishi Yusuke.

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4) Kimi wa Pet (2003) 10 episódios
Quem: Matsumoto Jun
Gênero: Romance (mas é meio comédia também)
Música: Darling, V6
Resumo: A maravilhosa Koyuki (aquela que estava em O Último Samurai) interpreta Iwaya Sumire, uma mulher inteligente e bem sucedida que acaba sendo demitida pelo seu chefe machista por ser “muito perfeita para ser mulher”. Mas aí ela encontra um Matsujun desacordado na porta de casa e ele VIRA O MASCOTE DELA, VEJAM VOCÊS *_* (Essas coisas não acontecem comigo…)

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Dá a patinha, Momo!

Apesar da diferença de idade e de modo de pensar, é interessante ver como eles acabam se apaixonando. Mas será que conseguirão atravessar a ponte das diferenças e viver este grande amor? É bom ficar atentos, porque dorama japonês nem sempre termina em flores e casamentos, viu!

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Muito mau! Fonte: essedoramateindico.com.br

3) Maou (2008) 11 episódios
Quem: Ohno Satoshi, participação especial em um epi do Ninomiya Kazunari (e Ikuta Toma de brinde!)
Gênero: suspense
Música: truth, Arashi
Resumo: Baseado em um dorama coreano chamado The Devil, de 2007. Ohno interpreta um advogado duas-caras: para todos a sua volta, ele é bondoso e gentil, mas possui uma face oculta que só pensa em se vingar de quem assassinou um parente seu há anos. Ikuta Toma interpreta este assassino, mas agora ele se regenerou e virou o detetive responsável por investigar uma série de assassinatos misteriosos. Obviamente, seus caminhos irão se cruzar…
Nesta história eu fiquei muuuito dividida, sem saber para quem torcer. Ikuta Toma tá ali páreo a páreo com Matsujun no meu coração, e o Ohno está dando um show de interpretação nessa história. Ele inclusive ganhou prêmio de melhor ator naquele ano.

Kazoku_Game2) Kazoku Game (2013) – 10 episódios
Quem: Sakurai Sho
Gênero: família, escola
Música: Endless Game, Arashi
Resumo: Inspirada em um romance premiado do autor Honma Yohei. Sakurai está brilhante como Yoshimoto Koya, o professor particular do menino Shigeyuki. Tudo começa com uma proposta tentadora do pai do menino: ele acerta com o professor que se ele conseguisse fazer com que seu filho voltasse à frequentar a escola em uma semana, pagaria a Koya uma bolada de dinheiro. O professor aceita, mas sob a condição de que ninguém poderá interferir nos seus métodos – que não são nada tradicionais.
É interessante ver como Sakurai melhorou sua atuação desde o último dorama que eu tinha visto com ele (que faz séculos!). Seu personagem aqui é irritante, sádico às vezes… Mas conseguimos ver as mudanças positivas não só no menino, mas em toda a sua família. O dorama foi bastante premiado: Sakurai levou o de melhor ator 🙂

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Quem: Matsumoto Jun (e tem o Kitamura Kazuki de brinde…)
Gênero: culinária (dá pra classificar assim? Não sei)
Música: We can make it!, Arashi
Resumo: Adaptação do mangá de mesmo nome do autor Sekiya Tetsuji. Ban Shogo (Matsujun), um garoto de uma cidade pequena, adora cozinhar. Ele passa um ano trabalhando em um restaurante italiano perto de sua casa e, após isso, resolve ir para Tóquio tentar a sorte e aperfeiçoar suas técnicas. A história gira em torno de suas dificuldades com os colegas de trabalho e com seu chefe, a superação de suas próprias limitações, as receitas de pratos italianos divinos… Recomendo assistir enquanto almoça, porque a fome certamente vai te pegar!

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Fonte: animesdeamorzinho.blogspot.com

Este dorama está no meu número um porque com ele eu ri, chorei, me emocionei muito! Histórias de superação são muito boas e eles conseguiram passar um bom senso dramático aqui, mas sem exageros. O elenco todo é muito bem engrenado, os atores são ótimos. O dorama ganhou vários prêmios: melhor ator (pro Matsujun!), diretor, ator coadjuvante (Kitamura Kazuki) e prêmio especial. E a música de abertura é está entre as favoritas das favoritas para mim. Toda vez que estou pra baixo, achando que não consigo fazer alguma coisa ou me sinto derrotada, eu escuto We can make it! e meu dia melhora 🙂

Os Pilares da Terra

Este ano forçadamente sabático tem me aberto os horizontes sobre filmes, livros e séries.

O livro, edição do Círculo do Livro em dois volumes. É esta que eu tenho
O livro, edição do Círculo do Livro em dois volumes. É esta que eu tenho.

Depois de desistir de acompanhar Game of Thrones porque já não é mais adaptação, e sim deturpação – hey, minha opinião; eu fiz exatamente o que os incomodados fazem, reclamei e parei de assistir – comecei a procurar séries novas para preencher o vazio dos meus dias. Nisso conheci a adaptação de Os Pilares da Terra, livro de Ken Follett, romance sobre a construção de uma catedral e suas implicações. No pano de fundo maior temos o período conhecido como Anarquia durante o século XII, na Inglaterra, quando houve a disputa pelo trono. Há muita trama política entre pequena nobreza e clero, a questão da religiosidade medieval e o papel da mulher. A inspiração veio da real catedral de Salisbury.

A minissérie é de 2010 e tem oito capítulos de uma hora cada. Eu os devorei em dois dias. A principal responsável por isso é Aliena, representada pela Hayley Atwell. Ela é tudo o que você não espera de uma filha de conde: inteligente, orgulhosa sem ser pedante, e com um senso de responsabilidade muito forte. A história começa com Aliena se negando a um casamento arranjado com o jovem William Hamleigh, que é um vilão completo. O conde, pai de Aliena, havia lhe prometido que permitiria seu casamento apenas se ela concordasse. Esse é o estopim para o início da história. Além da minha querida Hayley (sou fã da Agente Carter ❤ ), também temos no elenco o Eddie Redmayne como Jack, um jovem que vive na floresta com sua mãe. Ele vem a se apaixonar por ela e… Bem, vá ver a série!

Catedral de Salisbury. Fonte: www.pbase.com
Catedral de Salisbury. Fonte: http://www.pbase.com

É importante repetir: vá ver a série. DEPOIS leia o livro. Fiquei muito grata por só ter lido o livro depois, porque de outra forma, não teria assistido – por mais que adore a Hayley e o Redmayne. O livro é muito, muito diferente. Eles condensaram muito a história, que segue ainda durante muitos anos até que a catedral esteja terminada e o grande mistério sobre quem é o pai de Jack se resolva. O tio Follett consegue nos prender em sua narrativa muito bem e eu só senti cansaço mesmo em uma parte do livro, logo no início. Cada capítulo é escrito pelo ponto de vista de um personagem, o que nos ajuda a entender as motivações e desejos de cada um. Porém, a minha única ressalva é sobre o uso desse recurso

Capa do dvd da série. Fonte: cinegarimpo.com.br
Capa do dvd da série.
Fonte: cinegarimpo.com.br

com relação às personagens femininas. Há apenas três personagens de destaque: Aliena, obviamente a heroína; a mãe de William, Regan Hamleigh; e Ellen, mãe de Jack. As três possuem personalidades completamente diferentes e são muito interessantes. Sobre Aliena já comentei mais acima. Regan Hamleigh, por exemplo, é a cabeça pensante de sua família: é ela quem cria as maquinações e tramas possíveis para tentar elevar a posição dos seus. Já Ellen é uma mulher livre, que vive na floresta e não depende de ninguém, despreza a fé cristã e só respeita suas próprias vontades, não se curvando aos homens. Apenas Aliena recebe capítulos próprios, enquanto as outras duas são meras coadjuvantes.

Também me senti incomodada com as cenas de estupro, presentes e sugeridas bem mais de uma vez no decorrer do livro. Compreendo que é um traço de vilania do principal antagonista, William, e sua corja, mas enquanto mulher, qualquer violência desse tipo irá me incomodar.

Aliena e Jack <3 Nunca torci tanto pra um casal na literatura! Fonte: ritalovestowrite.com
Aliena e Jack Fonte: ritalovestowrite.com

Segui adiante com o texto mesmo sem saber o que esperar, já que o desenlace da série é completamente diferente. E foi uma das poucas vezes em que fui feliz em ter feito o caminho inverso – geralmente leio os livros antes de assistir às adaptações para tv e/ou cinematográficas.  Também é interessante comparar a visão do medievo que ele nos apresenta com os fatos. É claro que haverá diferenças, mas acredito que por ser um romance histórico, é importante que o autor mantenha sua liberdade imaginativa e tente conciliá-la com a acurácia histórica.

Fiquei tão empolgada que pretendo ler mais coisas do autor. Tio Follett é chegado em escrever tijolões e eu não tenho medo de livro grande.

Os grandes doramas de todos os tempos (da minha memória) – parte 1

Dorama: da palavra drama. Termo que designa séries e novelas televisivas, em especial as que vêm do extremo oriente. Alguns gêneros: j-dorama (japonesas), k-dorama (coreanas).

Aqui, só vou falar de j-dorama. Já tentei assistir aos corebas, mas não me cativou. Além do mais, eu comecei nesta vida de noveleira japa para tentar aprimorar meu japonês: aprendi várias palavras novas, vi como gírias são utilizadas, conheci atores japoneses gatíssimos…

Os doramas japoneses duram em geral três meses e são televisionados apenas um dia na semana. Costumam ter por volta de 12, 13 episódios. Que diferença dos nossos, não? Como o Japão possui suas estações do ano muito bem definidas, a cada temporada há doramas novos estreando, emparelhados com a estação de cada ano.

Se você, assim como eu, não está neste momento no Japão e não pode se dar ao luxo de encomendar dvd’s e afins lá na terrinha, clique aqui para uma alternativa para nutrir sua paixão por doramas. Mas lembre-se: tente sempre patrocinar os seus artistas e obras favoritos!

Você pode encontrar no DramaWiki várias informações sobre doramas japoneses, coreanos, de Hong Kong, Taiwan e etc. Vale a pena dar uma garimpada 😉

Vamos lá!

Fonte: asianwiki.com
Fonte: asianwiki.com

11) Strawberry Night (2010)
Quem: Takeuchi Yuko
Gênero: Detetive
Música: EUPHORIA, da Shibasaki Kou
Resumo: Uma detetive locada no Departamento de Polícia Metropolitano sobe rapidamente de posto, pelo seu árduo trabalho. Ela se envolve em um caso de homicídio misterioso, chamado de Strawberry Night. Se você gosta de histórias de crime detetivescas, recomendo fortemente.

Fonte: www.genkidama.com.br
Fonte: http://www.genkidama.com.br

10) Liar Game (season 01: 2007; season 02: 2009)
Quem: Matsuda Shota
Gênero: thriller psicológico
Música: Não me chamou atenção…
Resumo: Baseado em um mangá de sucesso de mesmo nome. Universitária honesta e inocente recebe uma mala cheia de dinheiro junto com uma carta que diz que ela foi escolhida para participar do Liar Game. O objetivo do jogo é enganar os outros participantes, fazendo com que eles percam a bolada de dinheiro. No final, o vencedor fica com a grana e o perdedor fica com a dívida de mesmo valor. É um dorama bem interessante porque a cada episódio há os desafios, tipo Jogos Mortais mas sem o sangue e as tripas.

Fonte: en.wikipedia.org
Fonte: en.wikipedia.org

9) Zettai Kareshi (2008)
Quem: Hayami Mokomichi, Mizushima Hiro
Gênero: romance, comédia
Música: Okaeri, da Ayaka
Resumo: Baseado em mangá de mesmo nome. A empresa Kronos Heaven, criadora de robôs, inventa “Night Tenjo“, um robô humanoide perfeito, programado para ser completamente leal e devotado a sua dona. Tem triângulo amoroso óbvio, tem situações hilárias, tem Mokomichi seminu e rolam até uns beijinhos. Imperdível!

Fonte: www.dramafans.org
Fonte: http://www.dramafans.org

8) Dr. Koto Shinryojo (season 01: 2003, com dois episódios especiais em 2004; season 02: 2006)
Quem: Shibasaki Kou
Gênero: drama
Música: Gin no Ryuu no se ni notte, da Nakajima Miyuki
Resumo: Após cometer um erro grave em seu trabalho em Tóquio, o cirurgião Goto Kensuke (apelidado de Koto) é convidado a ser responsável por uma clínica em uma pequena ilha do arquipélago de Okinawa. Uma ilha remota, com poucos habitantes e onde o atendimento médico é muito difícil.

Prepare-se pra chorar, seja pela beleza absurda de Okinawa, seja pela história. Só digo isso. Inclusive meus olhinhos se encheram de lágrimas quando achei esse vídeo aqui:

http://www.dailymotion.com/video/x36w4rt_dr-%E3%82%B3%E3%83%88%E3%83%BC%E8%A8%BA%E7%99%82%E6%89%80-%E9%8A%80%E3%81%AE%E9%BE%8D%E3%81%AE%E8%83%8C%E3%81%AB%E4%B9%97%E3%81%A3%E3%81%A6-hd_music

Fonte: www.listal.com
Fonte: http://www.listal.com

7) Hanazakari no kimitachi he – Ikemen Paradise – (2007)
Quem: Ikuta Toma, Oguri Shun, Mizushima Hiro, Inagaki Goro, Yamamoto Yusuke, Horikita Maki
Gênero: colegial, comédia, romance
Música: Ikenai Taiyou, do Orange Range
Resumo: Baseado em um mangá de sucesso. Menina é transferida para uma escola só com guris, e ela tem que fingir ser um guri. Harem anime live action com 359 mil caras gatos. Recomendo se você gostar de boy band e meninos bonitos. Os draminhas adolescentes estão lá, mas tem um subplot melhor: Nakatsu Shuichi (Ikuta Toma) é um dos meninos interessados pela protagonista, e ele é hilário! Inclusive eu sou time Nakatsu desde criancinha 🙂

Amanhã a lista continua!