Raphael – Akikaze no Rhapsody

Dois posts seguidos na mesma semana! Isso deve ser um recorde. Tirando as teias de aranha da seção Lost in Translation e aproveitando a mudança da estação, segue aí a Rapsódia de Outono do Raphael, uma das minhas bandas de visual-kei favoritas. Dessa vez, segue primeiro a tradução e depois a letra original. Versão romanizada … Continue lendo Raphael – Akikaze no Rhapsody

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Artigo: Três negros na noite paulistana

O Jornal do Brasil voltou a ter sua versão impressa. Mesmo com tiragem limitada, a publicação vem fazendo uma bela cobertura dos acontecimentos, em especial sobre as questões da cidade do Rio, seu foco primeiro nesta retomada. Esta semana tive o prazer de ler o texto do economista e professor Luiz Gonzaga Belluzzo, que fez uma … Continue lendo Artigo: Três negros na noite paulistana

FBN | Documentos Literários: Josephina Álvares de Azevedo, jornalista e dramaturga

Você conhece Josephina Álvares de Azevedo?

blogdabn

No mês de março, dedicado à luta das mulheres pela igualdade de direitos, a Série Documentos Literários, contribuição da Divisão de Manuscritos, dá destaque a Josephina Álvares de Azevedo, precursora do movimento feminista no Brasil.

Natural de Pernambuco, onde nasceu em 1851, Josephina era prima – ou, segundo alguns biógrafos, meio-irmã — do poeta Manuel Antônio Álvares de Azevedo. Não existe muita informação sobre seus primeiros anos; a pesquisadora Valéria Souto-Maior afirma que teria vivido no Recife até 1878, quando se mudou para São Paulo. Em 1888, começou a publicar o jornal “A Família”, dedicado à educação da mulher. Era voltado principalmente para as mães de família, que, segundo Josephina, precisavam se instruir a fim de poder formar bons cidadãos.

a familia

De periodicidade semanal, o jornal foi publicado em São Paulo durante alguns meses, depois se transferiu para o Rio de Janeiro. Com a proclamação da República, passou a defender o…

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A casa vazia

Dois andares, três quartos, três banheiros, uma cozinha, um corredor, uma escada, uma piscina, uma churrasqueira. Muitas plantas, um gato, uma mariposa morta. Uma balzaquiana entediada em uma casa grande demais para conter suas neuroses.

Vermelho

O batom que desenha a minha boca Unhas carmesim na ponta dos meus dedos Bandeiras e longas noites A porta que se quer pintar de preto A dama Ela sonha em cores, ela sonha em vermelho Uma casa branca em uma praça vermelha A foice e o martelo A revolução O não.