Feud: Bette and Joan

Comentei sobre a série Feud do meu mais novo diretor adorado Ryan Murphy em um post anterior. Terminei toda a primeira temporada e já estou com saudades. Jessica Lange e Susan Sarandon simplesmente davam um show a cada episódio, era de assistir e chorar de tão lindo.

Daí encontrei no YouTube um vídeo feito por alguém abençoadamente paciente, no qual comparam as cenas dos filmes nos quais estrelaram as atrizes originais, Joan Crawford e Bette Davis respectivamente. Vale muito a pena ver.

 

E sobre Ryan Murphy: tô acendendo vela toda semana orando por essa mente brilhante. Que nos traga mais American Horror Story e Feud

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Pensamento positivo

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Elvis, meu urso gigante de pelúcia, sempre pronto para pensar positivo (y)

O pensamento positivo é algo curioso.

No meu caso, funciona muito bem quando me refiro aos outros. Sempre confio que tudo vai dar certo para os meus amigos. Calma, é só uma fase, tudo vai melhorar; você é linda, não tem porquê se sentir insegura; tenha paciência e confie em si mesmo, você vai ver que vai dar tudo certo.

O problema é quando eu viro o espelho para mim. Ah, aí é que tudo vai por água abaixo. Isso se dá graças à autoestima flutuante. Há dias em que tudo é muito belo; mas há aqueles dias em que nada pode dar certo. Eu olho para a bagunça aos meus pés e não consigo ver saída, não tem como me esgueirar pela borda e sair de fininho, fingindo que tudo está bem.

Provavelmente, todo mundo se sente assim. Alguns mais do que outros. Então, nesses dias, eu faço uma lista das coisas positivas (e simples) pelas quais devo esperar:

 

Ah, eu falei de Trainspotting e deu saudades.

Sexo, a cidade e a balzaquiana

Estou fazendo uma merecida e muito postergada maratona com todas as temporadas de uma das minhas séries favoritas de quando era adolescente: Sex and the City.

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We looked like the witches of Eastwick.

Nos idos anos 90, era um luxo para a classe média ter tv a cabo. Eu disputava o único aparelho de televisão da casa semanalmente para poder ver meus desenhos ou minhas duas séries favoritas da época: Arquivo X e Sex and the City. Era mais difícil convencer as pessoas a ver a primeira. Lembro de uma vez ter que jogar cara e coroa para tentar assistir a um episódio. Já a segunda… Bem, a segunda reprisava direto na HBO, então eu conseguia ver com menos dificuldade.

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Minha carreira dos sonhos.

Para quem não conhece, Sex and the City conta a história de quatro super heroínas que salvam Nova York todos os dias usando roupas, sapatos e acessórios fabulosos. Carrie, a protagonista, é (quase) tudo o que eu gostaria de ser: ela escreve uma coluna em um famoso jornal, acorda tarde, vai à festas durante a semana, é magra mesmo comendo fora todo dia e tem uma coleção maravilhosa de sapatos. Contra ela, temos seu hábito de fumar compulsivamente e ter sido trouxa de não valorizar o Aidan, o melhor namorado que ela já teve. Desculpem-me as fãs do Mr. Big, mas eu sou #teamAidan.

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Um brinde!

As outras heroínas são as melhores amigas de CarrieMiranda, advogada bem sucedida, inteligentíssima; Charlotte, dona de um atelier de artes, é a mais conservadora e romântica; e Samantha, dona de uma agência de Relações Públicas, exala sensualidade e ironia por onde passa e a personagem com as melhores falas. Elas conversam sobre suas ansiedades, medos, relacionamentos… E sobre as agruras e delícias de serem solteiras depois dos trinta anos na cidade que nunca dorme.

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Aidan, melhor namorado ❤

Então que eu acabo de entrar na quarta temporada, e no primeiro episódio a Carrie comemora seu aniversário de 35 anos. Mês passado completei exatamente 35 primaveras, e assistir ao episódio me fez pensar em algumas questões:

  • O número de amigos reais diminuiu;
  • A qualidade de amigos reais aumentou;
  • Definitivamente, não dá mais para emagrecer tão rápido quanto antes;
  • Em compensação, engordar nunca foi tão fácil;
  • Ter perdido o medo da cozinha ajudou de uma forma maravilhosa a perceber que eu posso criar alguma coisa mesmo nos piores dias de TPM;
  • Falando em TPM, eu e Clarisse temos passado muito tempo juntos. Tanto que estou considerando se estou desenvolvendo transtorno de personalidade ou não;
  • Sempre quis ter a carreira da Carrie, a inteligência da Miranda, o otimismo da Charlotte e a sensualidade da Samantha – infelizmente, acho que não consegui nada disso ainda hehe;
  • Relacionamentos são tão complicados em Nova York quanto no Rio de Janeiro;
  • É curioso como eu percebo que aprendi algumas coisas sobre moda com o seriado, mas não sou louca de pagar mil dinheiros em um sapato de marca;
  • As conversas entre as quatro quase sempre eram durante as refeições. Fora a quantidade de álcool consumida. Não sei como conseguiam continuar tão magras;
  • Definitivamente, Aidan é um unicórnio – e é por isso que a Carrie fica com o Mr. Big. Ela precisa de alguém tão disfuncional quanto ela. Relacionamentos com seres imaginários não costumam dar certo…

Update na procrastinação: séries

Primeiramente: fora, Temer.

Segundamente: VAI LÁ VER LUKE CAGE!

Ok, agora há vida após os Jogos e estamos aqui tirando a poeira do PC, tentando ter contato com os amigos e continuando a procrastinar no maravilhoso mundo das séries, filmes, livros, álbuns (sim, eu falo álbum) e afins. Agora estou no hype de Luke Cage e American Horror Story: Coven, mas queria só compartilhar o meu namorico com Stranger Things.

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ET, telefone, minha casa – Fonte: http://www.telegraph.co.uk

Assisti a Stranger Things e adorei – com ressalvas, é bom esclarecer. O clima oitentista é delicioso, mas as comparações entre a Eleven e o ET me davam nos nervos. Barb ter se ferrado também me doeu… É centrado na broderagem e as personagens femininas são meio rasas? Sim. Há chances de melhorar isso? Sim, espero eu. E para aqueles que ainda se perguntam “por que a Nancy ficou com o Steve no final?”, a minha é muito simples: PORQUE ELA QUIS 😉

E se você já tiver assistido a todos os episódios, recomendo ler esta teoria maravilhosa e ter sua cabeça devidamente explodida. Mas o que me ganhou desde o primeiro epi foi esse serumaninho lindo que é o Dustin.

Eu quero um Dustin (Gaten Matarazzo) pra mim. Que criança incrível!  Ele viu Ghostbusters várias vezes, conhece um monte de brinquedos da época, é simpático, adorável e inteligente. Fez o dever de casa direitinho para se preparar para o papel. E ainda ficou desesperado neste vídeo aqui por não saber cantar a música tema de Os Goonies. E ele canta! Como não amar? ❤

 

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Fonte: hellogiggles.com

O valor de Peggy Carter

Fiquei muito, muito triste em saber que cancelaram Peggy Carter. Tô mais triste com outras coisas também, mas deixemos isso pra lá. Já escrevi aqui sobre o quanto amo esta série, mas hoje minha cabeça não vai conseguir produzir nada. Então, estou compartilhando aqui o post do Collant sem Decote.

Vou começar hoje a reza para a Netflix abraçar a causa e receber minha querida Peggy em seus braços ❤

Quando Capitão América – O Primeiro Vingador estreou o filme trouxe a personagem que se tornaria a primeira heroína da Marvel à ganhar uma história só dela, mas a gente ainda não sabia disso. Peggy Carter foi apresentada como um oficial da inteligência britânica que não aceitava que o machismo a coloca-se em nenhum lugar…

via O valor de Peggy Carter. —

Sing me a song of a lass that is gone

No final do ano passado, publiquei um post falando sobre as séries que havia começado a acompanhar e que se tornariam candidatas a ocupar o espaço deixado por Game of Thrones.

É, abandonei GoT. #mimimi

Anyways, é com muita alegria em meu coração escocês que declaro ser Outlander a grande vencedora. Não só me apaixonei pela série de tv como também pelos livros. Ainda estou na metade do primeiro calhamaço – digo, volume – e admito: Diana Gabaldon sabe como prender a nossa atenção. Desesperada que sou, comprei até o terceiro volume – que vem em dois tijolões, reparem – e me proponho a terminá-los até Outubro.Tenho carregado o livro pro trabalho, lido no metrô, no trem, no meu horário de almoço…

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Fonte: tumblr.com

Fazendo uma comparação com a série de tv e considerando o que já li do primeiro livro, acredito ser uma adaptação até aqui bastante fiel. Percebi até falas idênticas, e tudo bastante condizente ao que a autora escreveu. Diana escreve em primeira pessoa e essa é uma das coisas diferentes na série de tv: apesar de termos a narração em off de Claire e percebermos bastante através do seu ponto de vista, na série de tv temos o paralelo com Frank em 1945.

Apesar de não ter terminado a leitura do primeiro volume, resolvi começar a assistir a segunda temporada. Admito que a França não me é tão agradável quanto a Escócia, mas estou ansiosa para ver como a história irá se desenvolver.

E eu adoro a trilha sonora dessa série 🙂

Comentário NSFW (e pra crianças):

Criei uma teoria mirabolante ontem à noite. Pretendo fazer um estudo aprofundado sobre o incrível fenômeno de personagens masculinos que perdem sua virgindade e são entusiastas de sexo oral. Já estão na lista John Snow e Jamie Fraser. Se alguém souber de mais algum, favor me indicar hahaha

O que irá preencher o vazio de Game of Thrones na minha vida?

Desde o meio da quinta temporada, desisti de acompanhar a adaptação de Game of Thrones. Muitos foram os motivos: a falta de sentido e coesão no roteiro, as muitas (MUITAS!) mudanças com relação aos livros, a violência contra a mulher em situações desnecessárias… Enfim, eu fiz o que achei melhor: parei de dar audiência – e não pretendo voltar atrás nessa decisão.

Desde então, venho procurando outras séries para preencher o vazio. Já sei que não vou entrar em série que está no hype, com o amor da galera, tipo The Walking Dead – mesmo porque eu dei três chances para TWD e ela não me conquistou – ou, sei lá, Modern Family. Acho que não nasci pra comédia ou zumbis…

Encontrei algumas boas candidatas a substituir GoT no meu coraçãozinho. Vamos lá:

The Frankenstein Chronicles

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Fonte: veja.abril.com.br

Ano de estréia: 2015
Gênero: Crime, drama
Quem: Sean Bean
Canal: iTV (Reino Unido)
Resumo: Sim, mais uma história sobre o Doutor Frankenstein e seu monstro, mas dessa vez centrada em um detetive da polícia que precisa resolver um mistério. Corpos mutilados são encontrados pela cidade de Londres e o detetiva John Marlott (meu adorado Sean Bean) é designado para este caso. A tensão em assistir qualquer coisa com ele é que a gente fica na ponta da cadeira, rezando para que não o matem tão cedo…
Apesar de gostar muito da leitura para o Frankenstein apresentada em Penny Dreadful, estou ansiosa para ver como esta série irá se sair. Só assisti ao primeiro episódio e ainda não apareceu o doutor. Vejamos mais para frente como será. E caras…. APARECE A MARY SHELLEY. Eu tenho que ver este negócio.

Penny Dreadful

Ano de estréia: 2014
Gênero: Terror, fantasia
Quem: Eva Green, Timothy Dalton
Canal: HBO e Showtime (EUA)
Resumo: Em Londres da era vitoriana, somos apresentados a vampiros,lobisomens, monstros de Frankenstein, Dorian Grey passando o rodo em geral, uma bruxa cristã (pode isso, Arnaldo?), muito sangue e sensualidade. Se você gosta de séries e filmes de terror e fantasia, esse é o lugar para se estar. Estou aguardando ansiosamente pela próxima temporada. Já amava a Eva Green antes e nesta série o sentimento só aumentou. Ela está fenomenal e todo o elenco de apoio também. Meu personagem favorito é o Dr. Frankenstein

Salem

Ano de estréia: 2014
Gênero: Fantasia, suspense, terror
Quem: Lucy Lawless!
Canal: WGN (EUA)
Resumo: Bruxas e bruxos fingindo-se de puritanos numa Salem infestada de superstições. O forte desta série, no meu ponto de vista, são as intrigas que eles têm de fazer para manter as aparências e não serem torturados, queimados e mortos pelos reais puritanos. Tem bastante sensualidade e tals, mas não gosto muito da maneira como a série mostra a Bruxaria: em muitas partes é aquilo de “eu sirvo o senhor do escuro que come criancinhas e vai trazer um reinado de maldade e trevas HAHAHA”. Está sendo um bom substituto para Supernatural, na verdade. Subiu bastante no meu conceito na segunda temporada, quando Lucy Lawless (a eterna Xena!) entrou na história. Foi renovada para a terceira temporada. A música de abertura é bem boa, apesar de ser do Marilyn Manson (não sou fã, sorry pra quem é).

Outlander

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Fonte: maissobreasmelhoresseries.blogspot.com

Ano de estréia: 2014
Gênero: Drama, romance, fantasia
Quem: Sam Heughan
Canal: Starz (Reino Unido, Escócia)
Resumo: Enfermeira da Segunda Guerra encosta numa pedra que na verdade é um portal para viajar no tempo e vai parar em 1743, em plena Escócia em guerra com a Inglaterra. E é claro que eu sou partidária dos Scots, porque… Razões 😛
Estou ainda no capítulo seis, mas me pegou de jeito: já teve dia de assistir a uns três epis direto. Vale a pena ver pela representação de época – e recomendo com legenda, porque os Scots misturam inglês com gaélico que é uma beleza.

 

Os Pilares da Terra

Este ano forçadamente sabático tem me aberto os horizontes sobre filmes, livros e séries.

O livro, edição do Círculo do Livro em dois volumes. É esta que eu tenho
O livro, edição do Círculo do Livro em dois volumes. É esta que eu tenho.

Depois de desistir de acompanhar Game of Thrones porque já não é mais adaptação, e sim deturpação – hey, minha opinião; eu fiz exatamente o que os incomodados fazem, reclamei e parei de assistir – comecei a procurar séries novas para preencher o vazio dos meus dias. Nisso conheci a adaptação de Os Pilares da Terra, livro de Ken Follett, romance sobre a construção de uma catedral e suas implicações. No pano de fundo maior temos o período conhecido como Anarquia durante o século XII, na Inglaterra, quando houve a disputa pelo trono. Há muita trama política entre pequena nobreza e clero, a questão da religiosidade medieval e o papel da mulher. A inspiração veio da real catedral de Salisbury.

A minissérie é de 2010 e tem oito capítulos de uma hora cada. Eu os devorei em dois dias. A principal responsável por isso é Aliena, representada pela Hayley Atwell. Ela é tudo o que você não espera de uma filha de conde: inteligente, orgulhosa sem ser pedante, e com um senso de responsabilidade muito forte. A história começa com Aliena se negando a um casamento arranjado com o jovem William Hamleigh, que é um vilão completo. O conde, pai de Aliena, havia lhe prometido que permitiria seu casamento apenas se ela concordasse. Esse é o estopim para o início da história. Além da minha querida Hayley (sou fã da Agente Carter ❤ ), também temos no elenco o Eddie Redmayne como Jack, um jovem que vive na floresta com sua mãe. Ele vem a se apaixonar por ela e… Bem, vá ver a série!

Catedral de Salisbury. Fonte: www.pbase.com
Catedral de Salisbury. Fonte: http://www.pbase.com

É importante repetir: vá ver a série. DEPOIS leia o livro. Fiquei muito grata por só ter lido o livro depois, porque de outra forma, não teria assistido – por mais que adore a Hayley e o Redmayne. O livro é muito, muito diferente. Eles condensaram muito a história, que segue ainda durante muitos anos até que a catedral esteja terminada e o grande mistério sobre quem é o pai de Jack se resolva. O tio Follett consegue nos prender em sua narrativa muito bem e eu só senti cansaço mesmo em uma parte do livro, logo no início. Cada capítulo é escrito pelo ponto de vista de um personagem, o que nos ajuda a entender as motivações e desejos de cada um. Porém, a minha única ressalva é sobre o uso desse recurso

Capa do dvd da série. Fonte: cinegarimpo.com.br
Capa do dvd da série.
Fonte: cinegarimpo.com.br

com relação às personagens femininas. Há apenas três personagens de destaque: Aliena, obviamente a heroína; a mãe de William, Regan Hamleigh; e Ellen, mãe de Jack. As três possuem personalidades completamente diferentes e são muito interessantes. Sobre Aliena já comentei mais acima. Regan Hamleigh, por exemplo, é a cabeça pensante de sua família: é ela quem cria as maquinações e tramas possíveis para tentar elevar a posição dos seus. Já Ellen é uma mulher livre, que vive na floresta e não depende de ninguém, despreza a fé cristã e só respeita suas próprias vontades, não se curvando aos homens. Apenas Aliena recebe capítulos próprios, enquanto as outras duas são meras coadjuvantes.

Também me senti incomodada com as cenas de estupro, presentes e sugeridas bem mais de uma vez no decorrer do livro. Compreendo que é um traço de vilania do principal antagonista, William, e sua corja, mas enquanto mulher, qualquer violência desse tipo irá me incomodar.

Aliena e Jack <3 Nunca torci tanto pra um casal na literatura! Fonte: ritalovestowrite.com
Aliena e Jack Fonte: ritalovestowrite.com

Segui adiante com o texto mesmo sem saber o que esperar, já que o desenlace da série é completamente diferente. E foi uma das poucas vezes em que fui feliz em ter feito o caminho inverso – geralmente leio os livros antes de assistir às adaptações para tv e/ou cinematográficas.  Também é interessante comparar a visão do medievo que ele nos apresenta com os fatos. É claro que haverá diferenças, mas acredito que por ser um romance histórico, é importante que o autor mantenha sua liberdade imaginativa e tente conciliá-la com a acurácia histórica.

Fiquei tão empolgada que pretendo ler mais coisas do autor. Tio Follett é chegado em escrever tijolões e eu não tenho medo de livro grande.

Os grandes doramas de todos os tempos (da minha memória) – parte 1

Dorama: da palavra drama. Termo que designa séries e novelas televisivas, em especial as que vêm do extremo oriente. Alguns gêneros: j-dorama (japonesas), k-dorama (coreanas).

Aqui, só vou falar de j-dorama. Já tentei assistir aos corebas, mas não me cativou. Além do mais, eu comecei nesta vida de noveleira japa para tentar aprimorar meu japonês: aprendi várias palavras novas, vi como gírias são utilizadas, conheci atores japoneses gatíssimos…

Os doramas japoneses duram em geral três meses e são televisionados apenas um dia na semana. Costumam ter por volta de 12, 13 episódios. Que diferença dos nossos, não? Como o Japão possui suas estações do ano muito bem definidas, a cada temporada há doramas novos estreando, emparelhados com a estação de cada ano.

Se você, assim como eu, não está neste momento no Japão e não pode se dar ao luxo de encomendar dvd’s e afins lá na terrinha, clique aqui para uma alternativa para nutrir sua paixão por doramas. Mas lembre-se: tente sempre patrocinar os seus artistas e obras favoritos!

Você pode encontrar no DramaWiki várias informações sobre doramas japoneses, coreanos, de Hong Kong, Taiwan e etc. Vale a pena dar uma garimpada 😉

Vamos lá!

Fonte: asianwiki.com
Fonte: asianwiki.com

11) Strawberry Night (2010)
Quem: Takeuchi Yuko
Gênero: Detetive
Música: EUPHORIA, da Shibasaki Kou
Resumo: Uma detetive locada no Departamento de Polícia Metropolitano sobe rapidamente de posto, pelo seu árduo trabalho. Ela se envolve em um caso de homicídio misterioso, chamado de Strawberry Night. Se você gosta de histórias de crime detetivescas, recomendo fortemente.

Fonte: www.genkidama.com.br
Fonte: http://www.genkidama.com.br

10) Liar Game (season 01: 2007; season 02: 2009)
Quem: Matsuda Shota
Gênero: thriller psicológico
Música: Não me chamou atenção…
Resumo: Baseado em um mangá de sucesso de mesmo nome. Universitária honesta e inocente recebe uma mala cheia de dinheiro junto com uma carta que diz que ela foi escolhida para participar do Liar Game. O objetivo do jogo é enganar os outros participantes, fazendo com que eles percam a bolada de dinheiro. No final, o vencedor fica com a grana e o perdedor fica com a dívida de mesmo valor. É um dorama bem interessante porque a cada episódio há os desafios, tipo Jogos Mortais mas sem o sangue e as tripas.

Fonte: en.wikipedia.org
Fonte: en.wikipedia.org

9) Zettai Kareshi (2008)
Quem: Hayami Mokomichi, Mizushima Hiro
Gênero: romance, comédia
Música: Okaeri, da Ayaka
Resumo: Baseado em mangá de mesmo nome. A empresa Kronos Heaven, criadora de robôs, inventa “Night Tenjo“, um robô humanoide perfeito, programado para ser completamente leal e devotado a sua dona. Tem triângulo amoroso óbvio, tem situações hilárias, tem Mokomichi seminu e rolam até uns beijinhos. Imperdível!

Fonte: www.dramafans.org
Fonte: http://www.dramafans.org

8) Dr. Koto Shinryojo (season 01: 2003, com dois episódios especiais em 2004; season 02: 2006)
Quem: Shibasaki Kou
Gênero: drama
Música: Gin no Ryuu no se ni notte, da Nakajima Miyuki
Resumo: Após cometer um erro grave em seu trabalho em Tóquio, o cirurgião Goto Kensuke (apelidado de Koto) é convidado a ser responsável por uma clínica em uma pequena ilha do arquipélago de Okinawa. Uma ilha remota, com poucos habitantes e onde o atendimento médico é muito difícil.

Prepare-se pra chorar, seja pela beleza absurda de Okinawa, seja pela história. Só digo isso. Inclusive meus olhinhos se encheram de lágrimas quando achei esse vídeo aqui:

http://www.dailymotion.com/video/x36w4rt_dr-%E3%82%B3%E3%83%88%E3%83%BC%E8%A8%BA%E7%99%82%E6%89%80-%E9%8A%80%E3%81%AE%E9%BE%8D%E3%81%AE%E8%83%8C%E3%81%AB%E4%B9%97%E3%81%A3%E3%81%A6-hd_music

Fonte: www.listal.com
Fonte: http://www.listal.com

7) Hanazakari no kimitachi he – Ikemen Paradise – (2007)
Quem: Ikuta Toma, Oguri Shun, Mizushima Hiro, Inagaki Goro, Yamamoto Yusuke, Horikita Maki
Gênero: colegial, comédia, romance
Música: Ikenai Taiyou, do Orange Range
Resumo: Baseado em um mangá de sucesso. Menina é transferida para uma escola só com guris, e ela tem que fingir ser um guri. Harem anime live action com 359 mil caras gatos. Recomendo se você gostar de boy band e meninos bonitos. Os draminhas adolescentes estão lá, mas tem um subplot melhor: Nakatsu Shuichi (Ikuta Toma) é um dos meninos interessados pela protagonista, e ele é hilário! Inclusive eu sou time Nakatsu desde criancinha 🙂

Amanhã a lista continua!